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Cuide-se!

Cuide-se! (6)

Dicas de utilidade pública de saúde e bem estar.

Medula Óssea: Seja um doador!

Medula Óssea: Seja um doador!

Nessa última terça-feira, dia 15/09/2020, a Cifarma Científica Farmacêutica abriu suas portas para a Hemorrede Pública de Goiás e em prol do "Setembro Verde" participou, juntamente com os seus colaboradores, de uma campanha para doação de medula óssea.



A ação teve o apoio do Hemocentro de Goiás e durou das 8h às 16h. Todo o processo foi realizado nas dependências internas da empresa. Os colaboradores fizeram seus cadastros que consistiam no preenchimento de uma ficha de identificação e na coleta de um simples exame de sangue para o teste de compatibilidade (tipagem HLA). Os dados coletados e a tipagem HLA de cada doador serão cadastrados no Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea (REDOME), assim, quando aparecer um paciente de medula compatível ele será chamado.

Se não fosse o problema da compatibilidade entre as células do doador e do receptor, tudo seria mais simples e fácil. A chance de se encontrar uma medula compatível é, em média, 1 em 100 mil. Por isso, se puder, faça seu cadastro para ajudar quem precisa e um dia, caso você precise, também será ajudado!




HEMORREDE PÚBLICA DE GOIÁS: Essa unidade do governo de Goiás é o único órgão responsável pelo cadastro de novos doadores no estado, que hoje conta com cerca de 212 mil voluntários.

Essa é mais uma iniciativa da Equipe Cifarma no cumprimento de sua missão que é a de trabalhar pela saúde e bem estar das pessoas.
Cuide-se! Essa responsabilidade é sua.





Serviço: 
Campanha de doação de medula óssea – Setembro Verde
Quando: 1 a 30 de setembro.
Horas: 8 às 18 horas.
Onde: Hemocentro - Av. Anhanguera, nº 5.195, Setor Coimbra, Goiânia. Unidades da Hemorrede no interior do Estado - Rio Verde, Jataí, Catalão, Ceres, Iporá, Quirinópolis, Formosa e Porangatu.
Site: redome.inca
E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Apoio: 
Cifarma Científica Farmacêutica LTDA.
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Os desafios para a prática do autocuidado.

Os desafios para a prática do autocuidado.

População mais longeva, priorização do bem estar físico e mental, conscientização da população de que estar saudável não é apenas a ausência de doença, e outros aspectos importantes da vida moderna levam as pessoas a quererem buscar formas de se cuidarem, seja na presença de algum mal físico que lhe acometa ou mesmo na prevenção, que é o grande desafio da medicina.

Isso faz com que o hábito do autocuidado, que é uma responsabilidade de cada um, seja tão importante e desejável.

Autocuidado implica em não apenas administração de medicamentos, mas toda uma gama de hábitos e cuidados como alimentação adequada, higiene, sono reparador, exercícios físicos, meio ambiente, lazer e também a auto medicação responsável para aqueles males menores.

Importante frisar que nunca se deve confundir auto-medicação responsável com auto-prescrição. Apenas o médico prescreve.

Os medicamentos destinados ao autocuidado são aqueles isentos de prescrição, chamados MIP. São substâncias já amplamente conhecidas em suas estruturas químicas e farmacodinâmica, que já demonstraram eficácia com segurança ao longo do tempo de uso pela população. Somente após a classificação pela ANVISA, um produto se torna isento de prescrição.

Porém, isento de prescrição não quer dizer isento de informação. Tais medicamentos, os MIP, devem trazer em suas bulas e embalagens o máximo de informações relevantes sobre a forma de uso, posologia e cuidados para que as pessoas possam realmente exercer, com responsabilidade e consciência, o autocuidado.

Sabemos que a principal referência ao se cuidar da saúde é o médico (91%) e a farmácia (71%).

Daí, ser essencial que o farmacêutico, enquanto profissional da saúde, esteja apto e disponível na farmácia para exercer essa importante função.

Vídeo:



Cabe à indústria farmacêutica disponibilizar os medicamentos, logicamente cumprindo todos os aspectos das boas práticas de fabricação, com as devidas informações necessárias ao uso consciente pelos consumidores.

Produtos de classes terapêuticas como analgésicos, antitérmicos, anti histamínicos, vitaminas, descongestionantes, digestivos e outros são os mais procurados e a Anvisa já estuda a reclassificação de outros produtos que já se encaixam neste segmento de MIP.

A Cifarma oferece um amplo portfólio de medicamentos MIP, com marcas já consagradas pela eficácia e segurança, sempre primando pelo sucesso terapêutico aliado à viabilidade econômica.






Parceria:

CRF-GO - Conselho Regional de Farmácia do Estado de Goiás

site: http://www.crfgo.org.br/

Realização:
Cifarma Científica Farmacêutica LTDA.

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Vitamina D na prevenção ao COVID-19

Vitamina D na prevenção ao COVID-19

Matéria publicada em 28 de março de 2020 no jornal italiano la Repubblica, comentou sobre um relatório realizado por dois professores da Universidade de Turim (professor de geriatria: Giancarlo Isaia e de Histologia: Enzo Medico). Os pesquisadores escreveram um relatório para a Academia de Medicina de Turim que sugere: "O uso da vitamina D, em associação com as medidas de prevenção bem conhecidas ao COVID-19”. O relatório foi realizado logo após profissionais do hospital de Turim sinalizarem a falta generalizada de vitamina D em pacientes confirmados com a COVID-19.

A orientação geral dos pesquisadores é: “Garantir níveis adequados de vitamina D na população, mas sobretudo, naqueles já infectados, em seus familiares, no pessoal de saúde, nos idosos frágeis, nas pessoas em regime de clausura e em todos aqueles que por várias razões não se expõem adequadamente à luz solar". Os pesquisadores utilizaram para a construção do relatório dados da literatura sobre a deficiência geral da vitamina D e seu potencial papel nas infecções do trato respiratório.

Um médico brasileiro comentou em suas redes sociais a matéria do jornal italiano dizendo que “As recomendações de uso para a vitamina D não devem ser vistas como uma ferramenta de cura, mas um instrumento para diminuir os fatores de risco”.

A deficiência de vitamina D pode ser restabelecida através da exposição a luz solar, através de alimentos fontes de vitamina D. Já a suplementação, quando necessária, deve ser realizada com a supervisão do profissional médico, que irá avaliar cada caso e prescrever segundo a necessidade do indivíduo.

Atenção: A automedicação pode trazer consequências graves ao organismo como: reações alérgicas, intoxicação, efeitos colaterais. Por isso, o uso de qualquer medicamento/suplemento deve ser realizado com orientação de profissional habilitado e após um diagnóstico seguro.




Fontes:

- la Repubblica (jornal italiano)
- @drnivaldoteles (instagram)

Link da matéria:
https://www.repubblica.it/salute/medicina-e-ricerca/2020/03/28/news/vitamina_d_contro_il_coronavirus_solo_un_ipotesi-252553760/
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COVID-19: semelhanças e diferenças com a gripe

COVID-19: semelhanças e diferenças com a gripe

À medida que a pandemia de COVID-19 continua evoluindo, muitas pessoas costumam comparar a enfermidade causada pelo novo coronavírus com a gripe. Ambas causam doenças respiratórias, mas existem diferenças importantes entre os dois vírus e a forma como eles se propagam. Isso tem implicações importantes para as medidas de saúde pública que devem ser implementadas para responder a cada um dos patógenos.

Semelhanças e diferenças:


Quais são as semelhanças entre os vírus que causam a COVID-19 e os que causam gripe?

O novo coronavírus, que causa a COVID-19, e os vírus que causam gripe são semelhantes. Ambos causam doenças respiratórias, que podem ser assintomáticas ou leves, mas também podem evoluir para casos graves e morte. Além disso, ambos os vírus são transmitidos por meio de contato ou gotículas. Como resultado, as mesmas medidas de saúde pública, como higiene das mãos e boa etiqueta respiratória (cobrir boca com cotovelo flexionado ou lenço descartável ao espirrar e tossir), são ações importantes que todas as pessoas podem adotar para prevenir ambas as infecções.

Qual a velocidade da transmissão do coronavírus e do vírus da gripe?
A velocidade de transmissão é uma diferença relevante entre os dois vírus. A gripe tem um período de incubação mais curto (o tempo entre a infecção e o aparecimento dos sintomas) e um intervalo serial mais curto (o tempo transcorrido entre casos sucessivos) que o vírus que causa a COVID-19. O intervalo serial para o novo coronavírus é estimado em 5-6 dias; para o vírus da gripe, o intervalo serial é de 3 dias. Isso significa que a gripe pode se espalhar mais rapidamente que a COVID-19.

Além disso, a transmissão nos primeiros 3-5 dias da doença ou a transmissão potencialmente pré-sintomática – antes do aparecimento dos sintomas – é um dos principais fatores de transmissão da gripe. Por outro lado, aprendemos que existem pessoas que podem transmitir o vírus da COVID-19 entre 24 e 48 horas antes do início dos sintomas; até o momento, isso não parece ser o principal fator de transmissão.

O número de infecções secundárias geradas a partir de um indivíduo infectado é compreendido entre 2 e 2,5 para COVID-19, números superiores ao da gripe. No entanto, as estimativas para COVID-19 e gripe são muito contextuais e específicas do tempo, dificultando as comparações diretas. 

Como a COVID-19 e a gripe afetam as crianças?
As crianças são importantes impulsores da transmissão do vírus da gripe na comunidade. Para o vírus da COVID-19, os dados iniciais indicam que as crianças são menos afetadas que os adultos e que as taxas de ataque clínico na faixa etária de 0 a 19 anos são baixas. Dados preliminares adicionais de estudos de transmissão domiciliar na China sugerem que as crianças são infectadas por adultos, não o contrário.

Quais são as diferenças dos sintomas da COVID-19 e da gripe?
Embora os sintomas dos dois vírus sejam semelhantes, a porcentagem de pessoas com doença grave parece ser diferente. Para a COVID-19, os dados atuais sugerem que 80% das infecções são leves ou assintomáticas, 15% são graves e requerem oxigênio e 5% são críticas, exigindo ventilação. Essas porcentagens de infecções graves e críticas são mais altas que as da gripe.



Quem está com maior risco?
As pessoas com maior risco de infecção grave pela gripe são crianças, mulheres grávidas, idosos e pessoas com condições médicas subjacentes e imunossuprimidas. Para COVID-19, nosso entendimento atual é que a idade e as comorbidades aumentam o risco de infecção grave.

A taxa de mortalidade é mais alta para COVID-19 do que para gripe?
A mortalidade por COVID-19 parece ser mais alta do que por gripe, especialmente a gripe sazonal. Embora se leve algum tempo para entender completamente a verdadeira mortalidade, os dados existentes sugerem que a taxa de mortalidade está entre 3% e 4%. Para a gripe sazonal, a mortalidade geralmente está abaixo de 0,1%. No entanto, a mortalidade é amplamente determinada pelo acesso e qualidade dos cuidados de saúde.

Quais intervenções médicas estão disponíveis para COVID-19 e gripe?
Embora existam vários ensaios clínicos em andamento na China e mais de 20 vacinas em desenvolvimento para a COVID-19, atualmente não há vacinas ou tratamento licenciado para a doença. No entanto, para a gripe, existem vários antivirais e vacinas disponíveis. Embora a vacina contra gripe não seja eficaz contra o vírus da COVID-19, é altamente recomendável se vacinar todos os anos para prevenir a influenza.




Créditos:

OPAS - Organização Pan-Americana de Saúde (Brasil)
https://www.paho.org/bra/


Apoio:
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Coronavírus: Perguntas e Respostas

Coronavírus: Perguntas e Respostas

As informações abaixo foram atualizadas em 26 de março de 2020 e retiradas do site da OPAS Brasil (Organização Pan-Americana de Saúde).

Foram confirmados no mundo 462.684 casos de COVID-19 e 20.834 mortes. O Brasil confirmou 2.915 casos e 77 mortes (58 no estado de São Paulo e 9 no estado do Rio de Janeiro). O Ministério da Saúde declarou que há transmissão comunitária da COVID-19 em todo o território nacional.

Quando uma pessoa no Brasil apresentar sintomas respiratórios – febre, tosse, dor de garganta ou dificuldade para respirar – a(o) médica(o) vai prescrever o isolamento e emitir o atestado para o doente e todas as pessoas que residem no mesmo domicílio (mesmo que não apresentem sintomas) por 14 dias, conforme a Portaria Nº 356 de 11 de março de 2020. A OPAS e a OMS estão prestando apoio técnico ao Brasil e outros países, na preparação e resposta ao surto de COVID-19.

Informe-se:



Perguntas e respostas:


O que é COVID-19?

COVID-19 é a doença infecciosa causada pelo novo coronavírus, identificado pela primeira vez em dezembro de 2019, em Wuhan, na China.

Quais são os sintomas de alguém infectado com COVID-19?
Os sintomas mais comuns da COVID-19 são febre, cansaço e tosse seca. Alguns pacientes podem ter dores, congestão nasal, corrimento nasal, dor de garganta ou diarreia. Esses sintomas geralmente são leves e começam gradualmente. Algumas pessoas são infectadas, mas não apresentam sintomas e não se sentem mal. A maioria das pessoas (cerca de 80%) se recupera da doença sem precisar de tratamento especial. Uma em cada seis pessoas que recebe COVID-19 fica gravemente doente e desenvolve dificuldade em respirar. As pessoas idosas e as que têm outras condições de saúde como pressão alta, problemas cardíacos ou diabetes, têm maior probabilidade de desenvolver doenças graves. Pessoas com febre, tosse e dificuldade em respirar devem procurar atendimento médico.

Os coronavírus podem ser transmitidos de pessoa para pessoa?
Sim, alguns coronavírus podem ser transmitidos de pessoa para pessoa, geralmente após contato próximo com um paciente infectado, por exemplo, em casa, no local de trabalho ou em um centro de saúde.

Como o vírus responsável pela COVID-19 se propaga?
O vírus causador da COVID-19 pode se propagar de pessoa para pessoa por meio de gotículas do nariz ou da boca que se espalham quando uma pessoa com COVID-19 tosse ou espirra. A maioria dessas gotículas cai em superfícies e objetos próximos – como mesas ou telefones. As pessoas também podem pegar COVID-19 se respirarem gotículas de uma pessoa com COVID-19 que tosse ou espirra. É por isso que é importante ficar a mais de 1 metro (3 pés) de uma pessoa doente. A OPAS e a OMS estão avaliando pesquisas em andamento sobre a maneira como o vírus causador da COVID-19 é disseminado e continuarão a compartilhar descobertas atualizadas.

O vírus que causa a COVID-19 pode ser transmitido pelo ar?
Estudos até o momento sugerem que o vírus que causa a COVID-19 é transmitido principalmente pelo contato com gotículas respiratórias – e não pelo ar.

É possível pegar COVID-19 de uma pessoa que não apresenta sintomas?
A principal maneira pela qual a doença se espalha é através de gotículas respiratórias expelidas por alguém que está tossindo. O risco de contrair COVID-19 de alguém sem sintomas é muito baixo. No entanto, muitas pessoas com COVID-19 têm apenas sintomas leves – particularmente nos estágios iniciais da doença. Portanto, é possível pegar COVID-19 de alguém que tenha, por exemplo, apenas uma tosse leve e não se sinta mal. A OMS está avaliando pesquisas em andamento sobre o período de transmissão da COVID-19 e continuará a compartilhar descobertas atualizadas.

Quais as maneiras mais eficazes para se proteger do COVID-19?
As maneiras mais eficazes de proteger a si e aos outros contra a COVID-19 são limpar frequentemente as mãos, cobrir a tosse com a parte interior do cotovelo ou lenço e manter uma distância de pelo menos 1 metro (3 pés) das pessoas que estão tossindo ou espirrando.

Existe uma vacina ou medicamento contra COVID-19?
Ainda não. Até o momento, não há vacina nem medicamento antiviral específico para prevenir ou tratar a COVID-2019. As pessoas infectadas devem receber cuidados de saúde para aliviar os sintomas. Pessoas com doenças graves devem ser hospitalizadas. A maioria dos pacientes se recupera graças aos cuidados de suporte. Atualmente, estão sendo investigadas possíveis vacinas e alguns tratamentos medicamentosos específicos, com testes através de ensaios clínicos. A OMS está coordenando esforços para desenvolver vacinas e medicamentos para prevenir e tratar a COVID-19.

O que posso fazer para me proteger e evitar transmitir para outras pessoas?
A maioria das pessoas infectadas experimenta uma doença leve e se recupera, mas pode ser mais grave para outras pessoas. Mantenha-se informado sobre os últimos desenvolvimentos a respeito da COVID-19 e faça o seguinte para cuidar da sua saúde e proteger a dos outros:
• Lave as mãos com água e sabão ou higienizador à base de álcool, para matar vírus que podem estar nas suas mãos.
• Mantenha pelo menos 1 metro de distância entre você e qualquer pessoa que esteja tossindo ou espirrando. Quando alguém tosse ou espirra, pulveriza pequenas gotas líquidas do nariz ou da boca, que podem conter vírus. Se você estiver muito próximo, poderá inspirar as gotículas – inclusive do vírus da COVID-19 se a pessoa que tossir tiver a doença.
• Evite tocar nos olhos, nariz e boca. As mãos tocam muitas superfícies e podem ser infectadas por vírus. Uma vez contaminadas, as mãos podem transferir o vírus para os olhos, nariz ou boca. A partir daí, o vírus pode entrar no corpo da pessoa e deixá-la doente.
• Certifique-se de que você e as pessoas ao seu redor seguem uma boa higiene respiratória. Isso significa cobrir a boca e o nariz com a parte interna do cotovelo ou lenço quando tossir ou espirrar (em seguida, descarte o lenço usado imediatamente). Gotículas espalham vírus. Ao seguir uma boa higiene respiratória, você protege as pessoas ao seu redor contra vírus responsáveis por resfriado, gripe e COVID-19.
• Fique em casa se não se sentir bem. Se você tiver febre, tosse e dificuldade em respirar, procure atendimento médico. Siga as instruções da sua autoridade sanitária nacional ou local, porque elas sempre terão as informações mais atualizadas sobre a situação em sua área.
• Pessoas doentes devem adiar ou evitar viajar para as áreas afetadas por coronavírus. Áreas afetadas são países, áreas, províncias ou cidades onde há transmissão contínua - não áreas com apenas casos importados.
• Os viajantes que retornam das áreas afetadas devem monitorar seus sintomas por 14 dias e seguir os protocolos nacionais dos países receptores; e se ocorrerem sintomas, devem entrar em contato com um médico e informar sobre o histórico de viagem e os sintomas.

Qual é a orientação da OPAS e da OMS no que diz respeito ao uso de máscaras?
A OPAS e a OMS recomendam que as máscaras cirúrgicas sejam usadas por:
• Pessoas com sintomas respiratórios, como tosse ou dificuldade de respirar, inclusive ao procurar atendimento médico;
• Profissionais de saúde e pessoas que prestam atendimento a indivíduos com sintomas respiratórios;
• Profissionais de saúde, ao entrar em uma sala com pacientes ou tratar um indivíduo com sintomas respiratórios.

O uso de máscaras não é necessário para pessoas que não apresentem sintomas respiratórios. No entanto, máscaras podem ser usadas em alguns países de acordo com os hábitos culturais locais. As pessoas que usarem máscaras devem seguir as boas práticas de uso, remoção e descarte, assim como higienizar adequadamente as mãos antes e após a remoção. Devem também lembrar que o uso de máscaras deve ser sempre combinado com as outras medidas de proteção (veja a pergunta “O que posso fazer para me proteger e evitar transmitir para outras pessoas?”).

Como colocar, usar, tirar e descartar uma máscara?
1. Lembre-se de que uma máscara deve ser usada apenas por profissionais de saúde, cuidadores e indivíduos com sintomas respiratórios, como febre e tosse.
2. Antes de tocar na máscara, limpe as mãos com um higienizador à base de álcool ou água e sabão
3. Pegue a máscara e verifique se está rasgada ou com buracos.
4. Oriente qual lado é o lado superior (onde está a tira de metal).
5. Assegure-se que o lado correto da máscara está voltado para fora (o lado colorido).
6. Coloque a máscara no seu rosto. Aperte a tira de metal ou a borda rígida da máscara para que ela se adapte ao formato do seu nariz.
7. Puxe a parte inferior da máscara para que ela cubra sua boca e seu queixo.
8. Após o uso, retire a máscara; remova as presilhas elásticas por trás das orelhas, mantendo a máscara afastada do rosto e das roupas, para evitar tocar nas superfícies potencialmente contaminadas da máscara.
9. Descarte a máscara em uma lixeira fechada imediatamente após o uso.
10. Higienize as mãos depois de tocar ou descartar a máscara – use um higienizador de mãos à base de álcool ou, se estiverem visivelmente sujas, lave as mãos com água e sabão.

Qual o período de incubação do vírus causador da COVID-19?
O período de incubação é o tempo entre ser infectado pelo vírus e o início dos sintomas da doença. As estimativas atuais do período de incubação variam de 1 a 14 dias, mais frequentemente ao redor de cinco dias. Essas estimativas estão sendo atualizados à medida que mais dados se tornam disponíveis.


>> Para ver o conteúdo completo dessa matéria e ter mais informações, incluindo todas as perguntas e respostas,
clique aqui .<<



Créditos:

OPAS - Organização Pan-Americana de Saúde (Brasil)
OMS - Organização Mundial de Saúde
https://www.paho.org/bra/


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COVID-19: Previna-se lavando as mãos corretamente!

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Você sabia que o simples ato de "lavar as mãos" é a melhor forma de prevenção contra o CoronavírusMas será que no seu dia a dia você está fazendo isso corretamente?

Pensando nisso, a SESGO criou esse vídeo para orientá-los sobre a maneira correta de se fazer essa assepsia. Sigam passo a passo as instruções para se manterem seguros e as suas famílias também. Cuide-se! Essa responsabilidade é sua.

Vídeo:



Passo a passo:





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SESGO - Secretaria de Estado da Saúde do Governo de Goiás

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